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IA no trabalho exige hardware mais potente: sua empresa está preparada?

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IA no trabalho exige hardware mais potente: sua empresa está preparada?

A inteligência artificial deixou de ser tendência e, portanto, virou rotina em escritórios de todo o Brasil. Ferramentas como Microsoft Copilot, ChatGPT Enterprise e agentes de automação já fazem parte do dia a dia de times de advocacia, contabilidade, engenharia e tecnologia. Contudo, há um problema silencioso crescendo junto com essa adoção: o hardware que sustenta essas ferramentas, muitas vezes, não foi planejado para elas.

O que a IA exige do seu hardware

Primeiramente, é importante entender que ferramentas de IA generativa são intensivas em processamento. Assim, notebooks com processadores de geração anterior, memória RAM abaixo de 16GB ou armazenamento lento travam, superaquecem e comprometem a experiência do colaborador.

Além disso, segundo a IDC, os investimentos em IA no Brasil devem atingir US$ 3,4 bilhões em 2026, crescimento de mais de 30% em relação ao ano anterior. Portanto, a demanda por hardware compatível cresce na mesma proporção.

Na prática, o colaborador que antes usava o notebook apenas para e-mails e planilhas agora roda modelos de linguagem, processa grandes volumes de dados e mantém múltiplas abas de ferramentas abertas simultaneamente. Dessa forma, o hardware que funcionava bem em 2023 pode ser o gargalo de produtividade em 2026.

Os perfis que mais sentem esse impacto

Nem todos os times sentem essa pressão da mesma forma. Contudo, alguns perfis são especialmente afetados:

  • Times de dados e tecnologia: processamento de modelos, scripts e ambientes de desenvolvimento exigem CPU e RAM elevados.
  • Áreas financeiras e jurídicas: automação de contratos, análise de documentos e uso de copilots exigem hardware estável e rápido.
  • Operações e atendimento: ferramentas de IA para triagem, resumo e resposta automática travam em máquinas mais antigas.
  • Design e comunicação: geração de imagens e vídeos por IA é extremamente intensiva em GPU e memória.

Portanto, uma política única de hardware para toda a empresa já não faz sentido. Em vez disso, o ideal é mapear o perfil de uso de cada área e definir configurações específicas.

LEIA: TI sem burocracia: como o aluguel de notebooks acelera a produtividade da sua equipe 

O problema de atualizar o parque com modelo de compra

Quando uma empresa compra hardware, ela assume um ciclo rígido: compra, usa até depreciar, descartar e reinveste. Todavia, esse ciclo não acompanha o ritmo de evolução das ferramentas digitais.

Além disso, atualizar o parque por compra significa:

  • Desembolso pontual elevado, impactando o fluxo de caixa.
  • Processo de compra, aprovação e logística que pode levar semanas.
  • Risco de o equipamento escolhido já estar defasado ao chegar.

Consequentemente, muitas empresas adiam a atualização e o time segue produzindo abaixo do potencial enquanto isso.

Como a locação resolve a defasagem de hardware

A locação de hardware permite que a empresa atualize o parque conforme as necessidades surgem, sem precisar esperar um ciclo fechado de compra. Por exemplo, quando um colaborador passa a usar ferramentas de IA e a máquina atual não suporta, um consultor dedicado da aluga.com entra em contato para entender as necessidades do novo projeto e ajustar o modelo de contrato conforme o uso real. Dessa forma, a atualização acontece de maneira planejada, previsível e alinhada à evolução da equipe.

Além disso, com a aluga.com, os equipamentos já chegam configurados para o perfil de uso de cada área: softwares instalados, políticas de segurança aplicadas e hardware compatível com as demandas reais do time. Dessa forma, o onboarding é mais rápido e o colaborador começa a produzir no primeiro acesso.

Por fim, o custo mensal previsível substitui o CAPEX imprevisível, liberando caixa para investir nas ferramentas de IA em si, não apenas na infraestrutura que as sustenta.

O que considerar na hora de atualizar o parque

Antes de qualquer decisão, portanto, vale mapear:

  1. Quais ferramentas de IA o time já usa ou planeja usar nos próximos 6 meses.
  2. Quais colaboradores têm mais necessidade de hardware atualizado.
  3. Se o modelo atual de gestão (compra ou locação) permite atualização ágil.
  4. Qual é o custo real de manter hardware defasado em termos de produtividade perdida.

Consequentemente, empresas que fazem esse mapeamento tomam decisões mais racionais e evitam tanto o excesso quanto a falta de infraestrutura.

Você está sentindo esse impacto com o uso da IA?

Fale com a aluga.com


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